A história da pintura chinesa começou com um quadro sobre seda, pertencente a dinastia Shou (206a.C). A ele seguiram-se os afrescos dos tempos da dinastia Han e mais tarde os da dinastia T'ang caracterizados por motivos religiosos , que combinavam ilustrações com letras desenhadas.
Foi somente no século XI que apareceram os primeiros quadros de paisagens considerado na China o gênero pictórico mais relevante por ostentar formas puras e simbólicas, composições assimétricas e a ilusão de perspectiva.
Basicamente, a pintura japonesa não se afastou do modelo chinês. A princípio foi produzida grande quantidade de afrescos para decorar as paredes dos templos. Mais tarde em plena Idade Média, os pintores japoneses abandonaram os temas religiosos e optaram por ilustrar o refinamento e os luxos da corte.
A partir do século XIV, a pintura sobre seda foi o gênero mais valorizado e manifestou-se uma renovada religiosidade nos temas. Também foi o apogeu dos gêneros paisagístico e de costumes, com os conhecidos quadros da cerimônia do chá.
Durante o século XVIII, as obras de pintores japoneses famosos como Utamaro e Hokusai exerceram influência sobre a pintura dos séculos XIX e XX, principalmente a dos pintores impressionistas e mais tarde, dos modernistas.























